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Contador não deve mais digitalizar livros mercantis físicos

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Embora a Junta Comercial do Paraná (Jucepar) já tenha migrado 100% dos processos de registro empresarial para o ambiente digital, a autarquia alerta que muitos profissionais da contabilidade continuam digitalizando livros físicos para obter a autenticação digital. Embora essa forma de apresentação ainda seja aceita, se o exercício a que se refere o livro for anterior a 2022, a orientação do órgão é para que os arquivos sejam gerados originalmente em formato digital ("nato digital"). Isso agiliza a análise e reduz o tempo de tramitação dos processos, facilitando o atendimento a possíveis exigências, além de possibilitar a autenticação automática de livros, uma alternativa rápida e que facilita o trabalho dos profissionais da contabilidade. 

Se o período de escrituração abranger o exercício de 2022 e seguintes, o livro deve ser apresentado à autenticação obrigatoriamente em formato nato digital, ou seja, é vedada a autenticação de livros físicos digitalizados. Mas independentemente do período de escrituração, não existe a necessidade de despender tempo e recursos imprimindo o livro, assinando-o fisicamente e digitalizando-o. Basta anexar ao processo o arquivo nato digital e assiná-lo digitalmente.

A Jucepar enfatiza ainda que todo cidadão tem acesso à assinatura e-CPF avançada, disponível gratuitamente no portal.gov. Além disso, os termos de abertura e de encerramento podem ser assinados no Portal Empresa Fácil pela própria empresa, com o certificado e-CNPJ, conforme Art. 6° da IN DREI 82/2021.

Fonte: CRCPR
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