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O governo federal prepara mudanças significativas na forma como os investimentos serão declarados no Imposto de Renda (IR). As alterações visam aprimorar a fiscalização e simplificar o processo para o contribuinte, tornando a declaração mais transparente e menos suscetível a erros.
Entre as medidas previstas, destaca-se a possível preenchimento automático de algumas informações relacionadas a investimentos. A Receita Federal busca aprimorar o cruzamento de dados com instituições financeiras e corretoras, de modo que valores como rendimentos de aplicações financeiras, saldos em conta e movimentações em bolsas de valores possam ser pré-preenchidos na declaração do contribuinte. Isso reduziria a chance de omissões ou erros de digitação, além de facilitar a vida de quem investe em diferentes produtos financeiros.
Outro ponto em análise é a revisão das fichas e campos específicos para declaração de certos tipos de investimentos, buscando maior clareza e detalhamento. Há discussões sobre como consolidar ou segregar informações para tornar a fiscalização mais eficiente, sem sobrecarregar o contribuinte com excesso de detalhes. O objetivo é que as novas regras proporcionem maior clareza sobre o patrimônio e os rendimentos dos investidores, combatendo a sonegação e garantindo que todos paguem o que é devido. As propostas ainda estão em fase de estudo e devem ser detalhadas em breve, impactando as declarações dos próximos anos.
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